Modelo Cascata
Bruno Leite
Guilherme Rocha
Maiko Soranzo
Vitor Hugo Machado
1 . Criação
1. Criação
Primeiro modelo
estruturado
Winston Royce (1970)
Baseado nas
engenharias
Estruturado, direcionado e sequenciado
Análise
e
codificação
Origem
de outros modelos
2 . Funcionamento
2. Funcionamento
Transição
formal
Não visa a prática iterativa e incremental
2.1 Requisitos
Imprescindível
Reunião com cliente e
escopo
do projeto
2.2 Análise
Linguagem
Intermediária
Fluxos de dados e Modelo ER
Cronograma
e Orçamento
2.3 Projeto
Estrutura de Dados
Arquitetura
do software
Detalhes
Procedimentais
Caracterização da
interface
2.4 Codificação
Tradução
em linguagem de máquina
Centro
do processo
Influencia e é influenciada por todas etapas
2.5 Testes
Lógica
e
funcionalidade
Etapas
Desenvolvedor e Cliente
2.6 Operação
Sistema posto em
uso
Cliente solicita alterações
2.7 Observações
Dificuldade com alterações
Muito
rígido
Fases muito
distintas
Modelo original fortalece experimentação, porém não é muito utilizada na prática
3. Problemas
3.1 Alteração
Dificuldade de
modificação
do sistema pronto
Primeira e segunda
etapa fundamentais
Dificuldade com desenvolvimento
modular
Linguagens
estruturadas
"Na verdade, o cliente não sabe o que ele quer"
(Fred Brooks - No Silver Bullet)
3.2 Custo da Alteração
3.3 Suporte
Não é satisfatório
para questões modernas
Prototipação
Aquisição de Software
Desenvolvimento Modular
Alteração Constante
3.4 Pesquisas
Taylor (2001)
De 1.027 projetos,
87%
falharam.
25%
atribuíram a práticas do modelo cascata.
3.5 Pesquisas
Jones (2005)
6.700
projetos analisados.
Dificuldades
do modelo :
Lidar com
mudanças
--
Integrações
tardias --
3.6 Pesquisas
Johnson et. al. (1999)
Mais da metade
das funcionalidades não são usadas.
Desenvolvimento:
Gradativo
&
Modular
4. Conclusões
4.1 Conclusões
Modelo muito
importante
por seu pioneirismo
Influenciador
Muito
rígido
Muito
formal
, e acaba-se perdendo
tempo útil
entre fases
Dificuldade com
alterações e módulos
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