Condoreirismo é o nome da corrente literária da 3. geração romântica, cujo maior representante foi Castro Alves. O termo associa-se ao condor ou outras aves, como a águia, o falcão e o albatroz, que foram tomadas como símbolo dessa geração de poetas com preocupações sociais. Identificando-se com o condor, ave de voo alto e solitário, com capacidade de enxergar a grande distância, os poetas condoreiros supunham ser eles também dotados dessa capacidade e, por isso, tinham o compromisso, como poetas gênios iluminados por Deus, de orientar os homens comuns para os caminhos da justiça e da liberdade.
No período em que viveu (1847-1871), ainda existia a escravidão no Brasil. O jovem baiano, simpático e gentil, apesar de possuir gosto sofisticado para roupas e de levar uma vida relativamente confortável, foi capaz de compreender as dificuldades dos negros escravizados.
Manifestou toda sua sensibilidade escrevendo versos de protesto contra a situação a qual os negros eram submetidos. Este seu estilo contestador o tornou conhecido como o “Poeta dos Escravos”.
Mais conhecido por Sousândrade, Joaquim de Sousa Andrade foi um escritor e poeta maranhense muito influente da literatura brasileira. Em 1857, publicou seu primeiro livro de poesia “Harpas Selvagens”(1857). Sua obra mais destacada é o poema narrativo: O Guesa (1871) baseado na lenda indígena Guesa Errante.
Tobias Barreto foi poeta, filósofo e crítico brasileiro, notável pelos seus poemas românticos com grande influência do escritor Victor-Marie Hugo (1802-1885). Suas obras: Glosa (1864), Amar (1866), O Gênio da Humanidade (1866), A Escravidão (1868).
O abolicionismo foi um movimento político que visou a abolição da escravatura e do comércio de escravos. O abolicionismo no Brasil remonta aos movimentos emancipacionistas no período colonial, particularmente à Conjuração Baiana (1798), em cujos planos encontrava-se o da erradicação da escravidão. Após a Independência do Brasil, as discussões a seu respeito estenderam-se pelo período do Império, tendo adquirido relevância a partir de 1850 e caráter verdadeiramente popular a partir de 1870, culminando com a assinatura da Lei Áurea (1888), que extinguiu essa instituição no país.
As cidades começaram a se modernizar e a se posicionar contra a escravidão, associada à monarquia.Por isso, começaram a batalhar pela República, junto com os fazendeiros de café do oeste paulista, que queriam o fim da escravidão.
Estamos no ano de 1870, e d. Pedro II já era um senhor de 45 anos. Surgiu no Rio de Janeiro o primeiro partido republicano, e não demorou muito para os clubes republicanos aparecerem por todo o Brasil, e com eles os jornais republicanos!
É que ser republicano era um jeito de pensar, naquela época. Era ser contra a monarquia, era querer acompanhar as mudanças do mundo, modernizar o Brasil.
Por outro lado, é certo que os republicanos só concordavam neste ponto: que queriam a República. As discussões começavam a esquentar quando eles resolviam decidir de que jeito iam proclamar a República. república, acabaram tendo de se unir e agüentar uns aos outros... pelo menos até a proclamação.