Método X Closure



ENTENDENDO AS CLOSURES NO GROOVY – PARTE 1


 println "Jonatas Emidio"

Início da Dúvida

Uma das coisas que mais tem me chamado a atenção no groovy é o seu suporte à closures. 
Logo passei a utiliza-las no lugar dos métodos, já que a principio a função era a mesma. No entanto me surgiu uma dúvida… Será que eu ganho ou perco desempenho utilizando-as na aplicação?



A Busca


Iniciei as consultas no google e não tive muito sucesso, em seguida postei minha duvida no grails brasil e pouco depois já tinham várias respostas. Percebi que o conteúdo que estava sendo gerado era muito rico e tive a ideia de compilar todas essas informações em um post de fácil entendimento.

A Sacada

Pois bem, para começar “métodos e closures” podem até trazer o mesmo resultado, mas eles não são a mesma coisa.
Este artigo será dividido em 3 posts, pois o mesmo possui bastante conteúdo.

  • Entendendo as Closures no Groovy;
  • Método X Closure;
  • Teste de desempenho com Closures e Métodos;

Groovy in Action

Segundo o Livro Groovy in action: closures são importantes, muito importantes, são de longe um dos recursos mais importantes do groovy.

Closure é um bloco de codígo encapsulado em um objeto. Definição tambem do Groovy in action.


Exemplo 1

Para os que estão acostumados com desenvolvimento java e já teve a oportunidade de escrever uma closure ,deve ter notado que seu fluxo lógico é diferente do tradicional, mas assim que nos acostumamos com o seu estilo de escrita os algoritmos fluem como água.

Um simples exemplo de closure utilizado na documentação do groovy é o seguinte:

def clos = { print “Hello”}// - clos2: Onde a closure recebera algum valor na sua chamada e imprimirá o mesmo. def clos2 = {print it}. clos2(‘Hello’) /*Onde o mesmo imprime Hello*/
 

Trabalhando com listas

Também da documentação do groovy, temos dois exemplos bem interessantes de closures para listas.
Suponha que você precise varrer uma determinada lista e aplicar alguma lógica em cada item antes de inseri-los em outra lista.

Pois bem… Temos basicamente duas formas simples de fazer isso no groovy.


lista: ideia 1

  • 1 – Podemos utilizar o collect aplicando a logica para cada item iterado:
Definição: Foi criada uma lista com as vogais e uma lista vazia que receberá o maiúsculo de cada vogal.
Neste caso o collect é utilizado para aplicar a logica ao it (variável default no groovy para closures com apenas um parâmetro – neste caso uma outra lista) e inseri-lo na lista passada por parâmetro.
Logo no final teremos a seguinte lista ["A", "E", "I", "O", "U"]


def list = ['a','e','i''o','u']def newList = [] list.collect( newList ) { it.toUpperCase() }

lista: ideia 2

  • 2 – Digamos que a logica a ser aplicada a cada item é um pouco mais complicada, também podemos encapsula-la em outra closure.
def list = ['a','e','i','o','u']
def newList = []
 
def closAux = { it.toUpperCase() }
list.collect( newList, closAux) 
Definição: Neste caso estamos trabalhando com a mesma lógica, mas aqui podemos aproveitar a segunda closure para encapsular uma lógica mais complexa a ser atribuída a cada atributo da lista iterada.
Aqui, temos uma nova closure criada que atribui uma lógica (no it) para no final retorna-lo.
Logo em seguida podemos chamar o collect passando a nova lista e a closure. Pronto, a logica da closure passada por parâmetro será utilizada para cada item iterado da lista e atribuindo a nova lista.


Fim

Por fim. É claro que não paramos por aqui. Closures no groovy pode se transformar em um mundo quando utilizamos a boa e velha lógica de programação em conjunto com os conceitos da linguagem.

Lembrando que este post foi só um esclarecimento de closure para dar continuidade nos próximos posts.

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Método X Closure

By jonatasemidio

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