A crítica ao ensino profissional fragmentado e à “formação para o mercado”

* Caio Brandão
* Christiano Prado

* Hamilton Ferreira
* Luiz Lins

Componentes

Ideia 1: O ensino profissionalizante tradicional não forma sujeitos críticos; ele adestra o trabalhador para executar tarefas específicas, sem que ele compreenda o processo produtivo como um todo.

Formar para o mercado é formar para a repetição

Ideia 2: A Lei 5.692/71 listou mais de cem habilitações profissionais como se formar fosse apenas somar especialidades. A politecnia se opõe a isso: ela propõe o domínio dos princípios científicos que organizam o trabalho, não o treino para funções isoladas.

Politecnia não é lista de habilidades, mas domínio dos fundamentos

Ideia 3: O empresariado não pede profissionais com formação muito específica — ele quer trabalhadores com boa base geral, que aprendam rápido as tarefas da empresa. A escola que insiste no treinamento específico está ultrapassada até para os interesses do capital.

A demanda real do empresariado não é por especialização estreita

Diferença entre o ensino técnico sistema S (Senai, Senat, Senac, e outros) e os IFs.

 

A Lei 5.692/71 listou mais de cem habilitações profissionais como se formar fosse apenas somar especialidades.

Exemplo

Provocação

Atividade-mestrado-base-comum

By Luiz Lins

Atividade-mestrado-base-comum

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