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https://interfaces.ranoya.com

DESI

DE

INTER

GN

FACES

DIGI

TAIS

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xrjachn

TURMA /CLASSROOM

TECNOLOGIA

EIXO

FUNDAMENTAL

NÍVEL

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DESI

DE

INTER

GN

FACES

DIGI

TAIS

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Não se faz o design de uma interface após o artefato estar resolvido

Não se faz o design de uma interface após o artefato estar resolvido

Design de interface não é maquiagem

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c7tb6bu

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EIXO

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DESI

DE

INTER

GN

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Não se faz o design de uma interface após o artefato estar resolvido

Não se faz o design de uma interface de forma independente/separada do projeto do artefato

Design de interface não é maquiagem

DESI

DE

INTER

GN

FACES

DIGI

TAIS

Não se faz o design de uma interface após o artefato estar resolvido

Não se faz o design de uma interface de forma independente/separada do projeto do artefato

Design de interface não é maquiagem

Design de interface não é uma fase de projeto

DE

INTER

DIGI

Não se faz o design de uma interface após o artefato estar resolvido

Não se faz o design de uma interface de forma independente/separada do projeto do artefato

Design de interface não é maquiagem

Design de interface não é uma fase de projeto

DESIGN DE INTERFACE

Não se faz o design de uma interface após o artefato estar resolvido

Não se faz o design de uma interface de forma independente/separada do projeto do artefato

Design de interface não é maquiagem

Design de interface não é uma fase de projeto

PROJETO (DESIGN)

DESIGN DE INTERFACE

PROJETO (DESIGN)

+

STANFORD D.SCHOOL DESIGN THINKING

PROJETÃO (UFPE)

DESIGN THINKING CANVAS (UFPE)

IDEO HUMAN CENTERED DESIGN

DESIGN COUNCIL DOUBLE DIAMOND

GOOGLE SPRINTS

IBM "THE LOOP" DESIGN THINKING MODEL

ZURB DESIGN THINKING MODEL

METODOLOGIAS DE PROJETO

Design de interface não é uma fase de projeto

PROJETO (DESIGN)

DESIGN DE INTERFACE

+

STANFORD D.SCHOOL DESIGN THINKING

PROJETÃO (UFPE)

DESIGN THINKING CANVAS (UFPE)

IDEO HUMAN CENTERED DESIGN

DESIGN COUNCIL DOUBLE DIAMOND

GOOGLE SPRINTS

IBM "THE LOOP" DESIGN THINKING MODEL

ZURB DESIGN THINKING MODEL

METODOLOGIAS DE PROJETO

A DISCIPLINA DE DESIGN DE INTERFACES FOI ELABORADA RESPEITANDO O CALENDÁRIO DE ATIVIDADES DO PROGRAMA DE EXTENSÃO EM INOVAÇÃO

ELA PODE TRABALHAR DE FORMA "CASADA" COM AS DISCIPLINAS DE PROJETÃO, OU DESIGN DE SERVIÇOS

A DISCIPLINA DE DESIGN DE INTERFACES FOI ELABORADA RESPEITANDO O CALENDÁRIO DE ATIVIDADES DO PROGRAMA DE EXTENSÃO EM INOVAÇÃO

PROJETO (DESIGN)

DESIGN DE INTERFACE

+

STANFORD D.SCHOOL DESIGN THINKING

PROJETÃO (UFPE)

DESIGN THINKING CANVAS (UFPE)

IDEO HUMAN CENTERED DESIGN

DESIGN COUNCIL DOUBLE DIAMOND

GOOGLE SPRINTS

IBM "THE LOOP" DESIGN THINKING MODEL

ZURB DESIGN THINKING MODEL

METODOLOGIAS DE PROJETO

ELA PODE TRABALHAR DE FORMA "CASADA" COM AS DISCIPLINAS DE PROJETÃO, OU DESIGN DE SERVIÇOS

A DISCIPLINA DE DESIGN DE INTERFACES FOI ELABORADA RESPEITANDO O CALENDÁRIO DE ATIVIDADES DO PROGRAMA DE EXTENSÃO EM INOVAÇÃO

ELA PODE TRABALHAR DE FORMA "CASADA" COM AS DISCIPLINAS DE PROJETÃO, OU DESIGN DE SERVIÇOS

A DISCIPLINA DE DESIGN DE INTERFACES FOI ELABORADA RESPEITANDO O CALENDÁRIO DE ATIVIDADES DO PROGRAMA DE EXTENSÃO EM INOVAÇÃO

programa de extensão em inovação

Atividade de extensão de 140 horas
(8 horas semanais por 4 meses) associada às disciplinas de Projetão, Economia Criativa, Design de Serviços e Design de Interfaces, para que as horas de dedicação
dos alunos ao seus projetos sejam
contabilizadas nos seus créditos

EXTENSÃO: INOVAÇÃO

PROJETÃO

DESIGN DE INTERFACES

140 HORAS

60 HORAS

60 HORAS

260 HORAS

1 ÚNICO TRABALHO    

A DISCIPLINA DE DESIGN DE INTERFACES FOI ELABORADA RESPEITANDO O CALENDÁRIO DE ATIVIDADES DO PROGRAMA DE EXTENSÃO EM INOVAÇÃO

programa de extensão em inovação

Atividade de extensão de 140 horas
(8 horas semanais por 4 meses) associada às disciplinas de Projetão, Economia Criativa, Design de Serviços e Design de Interfaces, para que as horas de dedicação
dos alunos ao seus projetos sejam
contabilizadas nos seus créditos

EXTENSÃO: INOVAÇÃO

PROJETÃO

DESIGN DE INTERFACES

140 HORAS

60 HORAS

60 HORAS

260 HORAS

1 ÚNICO TRABALHO    

EXTENSÃO

INTERFACES

80 HORAS

EXTENSÃO:
EMPREENDE
DORISMO

340 HORAS

ELA PODE TRABALHAR DE FORMA "CASADA" COM AS DISCIPLINAS DE PROJETÃO, OU DESIGN DE SERVIÇOS

programa de extensão em inovação

Atividade de extensão de 140 horas
(8 horas semanais por 4 meses) associada às disciplinas de Projetão, Economia Criativa, Design de Serviços e Design de Interfaces, para que as horas de dedicação
dos alunos ao seus projetos sejam
contabilizadas nos seus créditos

EXTENSÃO: INOVAÇÃO

PROJETÃO

DESIGN DE INTERFACES

140 HORAS

60 HORAS

60 HORAS

260 HORAS

1 ÚNICO TRABALHO    

EXTENSÃO

INTERFACES

80 HORAS

EXTENSÃO:
EMPREENDE
DORISMO

340 HORAS

QUEST #1
QUEST #2
QUEST #3
QUEST #4

LEVANTAMENTOS

PERSONAS
JORNADAS
CARCTERIZAÇÃO
DO USUÁRIO

MVP

QUEST #5
QUEST #6
QUEST #7
QUEST #8
QUEST #9

ARQUITETURA
WIREFRAME
PROTÓTIPOS
USABILIDADE
TESTES
EXECUÇÃO

QUESTIONAMENTOS

COMO RESOLVÊ-LOS

MENTORIAS
DEMODAY

MENTORIAS
DEMODAY

QUESTIONAMENTOS

COMO RESOLVÊ-LOS

QUEST #1
QUEST #2
QUEST #3
QUEST #4

LEVANTAMENTOS

PERSONAS
JORNADAS
CARCTERIZAÇÃO
DO USUÁRIO

MVP

QUEST #5
QUEST #6
QUEST #7
QUEST #8
QUEST #9

ARQUITETURA
WIREFRAME
PROTÓTIPOS
USABILIDADE
TESTES
EXECUÇÃO

PROJETÃO

1 ÚNICO TRABALHO    

EXTENSÃO

INTERFACES

80 HORAS

EXTENSÃO:
EMPREENDE
DORISMO

340 HORAS

MENTORIAS
DEMODAY

QUESTIONAMENTOS

COMO RESOLVÊ-LOS

QUEST #1
QUEST #2
QUEST #3
QUEST #4

LEVANTAMENTOS

PERSONAS
JORNADAS
CARCTERIZAÇÃO
DO USUÁRIO

MVP

QUEST #5
QUEST #6
QUEST #7
QUEST #8
QUEST #9

ARQUITETURA
WIREFRAME
PROTÓTIPOS
USABILIDADE
TESTES
EXECUÇÃO

programa de extensão em inovação

+ informações

Não se faz o design de uma interface após o artefato estar resolvido

A FORMAÇÃO DO CONCEITO DE GRAPHIC USER INTERFACE (GUI)

HISTÓRIA

A PRIMEIRA TELA

DISPOSITIVOS DE ENTRADA

A PRIMEIRA TELA

DISPOSITIVOS DE ENTRADA

A PRIMEIRA GUI

A PRIMEIRA TELA

DISPOSITIVOS DE ENTRADA

A PRIMEIRA GUI

VERBOSE INTERFACES

A PRIMEIRA TELA

DISPOSITIVOS DE ENTRADA

A PRIMEIRA GUI

VERBOSE INTERFACES

A PRIMEIRA TELA

DISPOSITIVOS DE ENTRADA

A PRIMEIRA GUI

VERBOSE INTERFACES

A PRIMEIRA TELA

DISPOSITIVOS DE ENTRADA

A PRIMEIRA GUI

VERBOSE INTERFACES

A PRIMEIRA TELA

DISPOSITIVOS DE ENTRADA

A PRIMEIRA GUI

VERBOSE INTERFACES

A PRIMEIRA TELA

DISPOSITIVOS DE ENTRADA

A PRIMEIRA GUI

VERBOSE INTERFACES

SISTEMAS GRÁFICOS

A PRIMEIRA TELA

DISPOSITIVOS DE ENTRADA

A PRIMEIRA GUI

VERBOSE INTERFACES

SISTEMAS GRÁFICOS

A PRIMEIRA TELA

DISPOSITIVOS DE ENTRADA

A PRIMEIRA GUI

VERBOSE INTERFACES

SISTEMAS GRÁFICOS

MOBILE

A PRIMEIRA TELA

DISPOSITIVOS DE ENTRADA

A PRIMEIRA GUI

VERBOSE INTERFACES

SISTEMAS GRÁFICOS

MOBILE

A PRIMEIRA TELA

DISPOSITIVOS DE ENTRADA

A PRIMEIRA GUI

VERBOSE INTERFACES

SISTEMAS GRÁFICOS

MOBILE

TOUCH INTERFACES

A PRIMEIRA TELA

DISPOSITIVOS DE ENTRADA

A PRIMEIRA GUI

VERBOSE INTERFACES

SISTEMAS GRÁFICOS

MOBILE

TOUCH INTERFACES

BASE CONCEITUAL

FUNDAMENTOS



O QUE SÃO INTERFACES



FAMILIA
RIDADE


INTERFACES MINIMA
LISTAS


DOCUMEN
TOS SÃO
INTERFACES


A SUTIL ARTE DE PROJETAR



O QUE SÃO INTERFACES



FAMILIA
RIDADE


INTERFACES MINIMA
LISTAS


DOCUMEN
TOS SÃO
INTERFACES


A SUTIL ARTE DE PROJETAR



O QUE SÃO INTERFACES



FAMILIA
RIDADE


INTERFACES MINIMA
LISTAS


DOCUMEN
TOS SÃO
INTERFACES


A SUTIL ARTE DE PROJETAR



O QUE SÃO INTERFACES



FAMILIA
RIDADE


INTERFACES MINIMA
LISTAS


DOCUMEN
TOS SÃO
INTERFACES


A SUTIL ARTE DE PROJETAR



O QUE SÃO INTERFACES



FAMILIA
RIDADE


INTERFACES MINIMA
LISTAS


DOCUMEN
TOS SÃO
INTERFACES


A SUTIL ARTE DE PROJETAR

Design é uma sistematização;
Design é um sistema.

PETER BEHRENS, 19212
Considerado o primeiro designer

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO

IDEO Design Kit

IDEO Human Centered Design

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING

IDEO Design Kit

IDEO Human Centered Design

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING

EMPATIA

EXPERIMENTAÇÃO

COLABORAÇÃO

DESIGN THINKING

EMPATIA

EXPERIMENTAÇÃO

COLABORAÇÃO

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING

Pensar em negócios quando fazemos design é equivalente a pensar na gravidade quando fazemos arquitetura

DIEGO RORIGUEZ
Intuit’s Chief Product & Design Office

Pensar em negócios quando fazemos design é equivalente a pensar na gravidade quando fazemos arquitetura

DIEGO RORIGUEZ
Intuit’s Chief Product & Design Office

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING

DESIGN THINKING

EMPATIA

EXPERIMENTAÇÃO

COLABORAÇÃO

DESEJÁVEL

VIÁVEL

FAZÍVEL

Pensar em negócios quando fazemos design é equivalente a pensar na gravidade quando fazemos arquitetura

DIEGO RORIGUEZ
Intuit’s Chief Product & Design Office

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING

DESEJÁVEL

VIÁVEL

FAZÍVEL


INTERFACES
INTERAÇÕES

É O QUE AS PESSOAS QUEREM?

VALORES HUMANOS

PSICOLOGIA
ANTROPOLOGIA
SOCIOLOGIA
DESIGN

Pensar em negócios quando fazemos design é equivalente a pensar na gravidade quando fazemos arquitetura

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING

DESEJÁVEL

VIÁVEL

FAZÍVEL


INTERFACES
INTERAÇÕES

É O QUE AS PESSOAS QUEREM?

VALORES HUMANOS

PSICOLOGIA
ANTROPOLOGIA
SOCIOLOGIA
DESIGN

É POSSÍVEL CONSTRUIR

TECNOLOGIA

ENGENHARIA
PRODUÇÃO
TÉCNICA
INFRA-ESTRUTURA

Pensar em negócios quando fazemos design é equivalente a pensar na gravidade quando fazemos arquitetura

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING

DESEJÁVEL

VIÁVEL

FAZÍVEL


INTERFACES
INTERAÇÕES

É O QUE AS PESSOAS QUEREM?

VALORES HUMANOS

PSICOLOGIA
ANTROPOLOGIA
SOCIOLOGIA
DESIGN

É POSSÍVEL CONSTRUIR

TECNOLOGIA

ENGENHARIA
PRODUÇÃO
TÉCNICA
INFRA-ESTRUTURA

É SUSTENTÁVEL

NEGÓCIOS

LOGÍSTICA
SUSTENTABILIDADE
MARKETING
FINANÇAS

Pensar em negócios quando fazemos design é equivalente a pensar na gravidade quando fazemos arquitetura

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING

VIÁVEL

FAZÍVEL


INTERFACES
INTERAÇÕES

É POSSÍVEL CONSTRUIR

TECNOLOGIA

ENGENHARIA
PRODUÇÃO
TÉCNICA
INFRA-ESTRUTURA

DESEJÁVEL

É SUSTENTÁVEL

NEGÓCIOS

LOGÍSTICA
SUSTENTABILIDADE
MARKETING
FINANÇAS

INOVAÇÃO

Pensar em negócios quando fazemos design é equivalente a pensar na gravidade quando fazemos arquitetura

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING

DESEJÁVEL

VIÁVEL

FAZÍVEL


INTERFACES
INTERAÇÕES

INOVAÇÃO

É SUSTENTÁVEL

NEGÓCIOS

LOGÍSTICA
SUSTENTABILIDADE
MARKETING
FINANÇAS

Duble Diamond

PROJETAR A COISA CERTA

PROJETAR CERTO A COISA

TEMPO

Pensar em negócios quando fazemos design é equivalente a pensar na gravidade quando fazemos arquitetura

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING

DESEJÁVEL

VIÁVEL

FAZÍVEL


INTERFACES
INTERAÇÕES

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

Duble Diamond

PROJETAR A COISA CERTA

PROJETAR CERTO A COISA

DIVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

NÃO ENTENDEMOS DO ASSUNTO

TEMPO

DORES
NECESSIDADES
PONTOS DE VISTA
DESEJOS

COMPREENDER

DESCOBERTAS ESTRUTURADAS

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES

DIVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

Duble Diamond

PROJETAR A COISA CERTA

PROJETAR CERTO A COISA

NÃO ENTENDEMOS DO ASSUNTO

TEMPO

DORES
NECESSIDADES
PONTOS DE VISTA
DESEJOS

COMPREENDER

DESCOBERTAS ESTRUTURADAS

INSIGHTS
CRITÉRIOS
CLASSIFICAÇÕES
VALORES

QUESTÃO NORTEADORA

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES

DIVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

Duble Diamond

PROJETAR A COISA CERTA

PROJETAR CERTO A COISA

NÃO ENTENDEMOS DO ASSUNTO

TEMPO

DORES
NECESSIDADES
PONTOS DE VISTA
DESEJOS

COMPREENDER

DESCOBERTAS ESTRUTURADAS

INSIGHTS
CRITÉRIOS
CLASSIFICAÇÕES
VALORES

QUESTÃO NORTEADORA

ESBOÇOS
PROPOSTAS
EXPERIMENTOS
WIREFRAMES

DEFINIR

MUITAS IDEIAS

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES

DIVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

Duble Diamond

PROJETAR A COISA CERTA

PROJETAR CERTO A COISA

NÃO ENTENDEMOS DO ASSUNTO

TEMPO

DORES
NECESSIDADES
PONTOS DE VISTA
DESEJOS

COMPREENDER

DESCOBERTAS ESTRUTURADAS

INSIGHTS
CRITÉRIOS
CLASSIFICAÇÕES
IDEIAS

QUESTÃO NORTEADORA

ESBOÇOS
PROPOSTAS
EXPERIMENTOS
WIREFRAMES

DEFINIR

MUITAS IDEIAS

CONHECEMOS BEM O ASSUNTO

PROTOTIPAR
TESTAR
VALIDAR
AVALIAR

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES

CONVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

Duble Diamond

PROJETAR A COISA CERTA

PROJETAR CERTO A COISA

TEMPO

DORES
NECESSIDADES
PONTOS DE VISTA
DESEJOS

COMPREENDER

INSIGHTS
CRITÉRIOS
CLASSIFICAÇÕES
IDEIAS

ESBOÇOS
PROPOSTAS
EXPERIMENTOS
WIREFRAMES

DEFINIR

MUITAS IDEIAS

CONHECEMOS BEM O ASSUNTO

PROTOTIPAR
TESTAR
VALIDAR
AVALIAR

DIVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

NÃO ENTENDEMOS DO ASSUNTO

DESCOBERTAS ESTRUTURADAS

QUESTÃO NORTEADORA

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES

DIVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

Duble Diamond

PROJETAR A COISA CERTA

PROJETAR CERTO A COISA

NÃO ENTENDEMOS DO ASSUNTO

TEMPO

DORES
NECESSIDADES
PONTOS DE VISTA
DESEJOS

COMPREENDER

DESCOBERTAS ESTRUTURADAS

INSIGHTS
CRITÉRIOS
CLASSIFICAÇÕES
IDEIAS

QUESTÃO NORTEADORA

ESBOÇOS
PROPOSTAS
EXPERIMENTOS
WIREFRAMES

DEFINIR

MUITAS IDEIAS

CONHECEMOS BEM O ASSUNTO

PROTOTIPAR
TESTAR
VALIDAR
AVALIAR

ITERAR

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES

DIVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

DIVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

CONVERGÊNCIAS

Duble Diamond

PROJETAR A COISA CERTA

PROJETAR CERTO A COISA

NÃO ENTENDEMOS DO ASSUNTO

DORES
NECESSIDADES
PONTOS DE VISTA
DESEJOS

COMPREENDER

DESCOBERTAS ESTRUTURADAS

INSIGHTS
CRITÉRIOS
CLASSIFICAÇÕES
IDEIAS

QUESTÃO NORTEADORA

ESBOÇOS
PROPOSTAS
EXPERIMENTOS
WIREFRAMES

DEFINIR

MUITAS IDEIAS

CONHECEMOS BEM O ASSUNTO

PROTOTIPAR
TESTAR
VALIDAR
AVALIAR

TEMPO

ITERAR

ITERAR

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO

PRODUTO TÍPICO DA APPLE

PRODUTO TÍPICO DO GOOGLE

PRODUTO TÍPICO DA SUA EMPRESA

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO

DESIGN DE INTERFACE

DESIGN DE INTERAÇÃO

O QUE É, ONDE MEXE

COMO É, COMO FUNCIONA

LAYOUT

COMPORTAMENTO

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO


DESIGN
SYSTEMS

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO


DESIGN
SYSTEMS

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO


DESIGN
SYSTEMS

IDENTIDADE VISUAL

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO


DESIGN
SYSTEMS

IDENTIDADE VISUAL

PATTERNS

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO


DESIGN
SYSTEMS

IDENTIDADE VISUAL

PATTERNS

DESIGN
SYSTEMS

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO


DESIGN
SYSTEMS

IDENTIDADE VISUAL

PATTERNS

DESIGN
SYSTEMS

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO


DESIGN
SYSTEMS

IDENTIDADE VISUAL

PATTERNS

DESIGN
SYSTEMS

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO


DESIGN
SYSTEMS

DESIGN
SYSTEMS

CONJUNTO DE           
REGRAS PROJETADAS     
PARA GOVERNAR UM SISTEMA DE COMPONENTES

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO


DESIGN
SYSTEMS

DESIGN
SYSTEMS

CONJUNTO DE           
REGRAS PROJETADAS     
PARA GOVERNAR UM SISTEMA DE COMPONENTES

DESIGN CENTRADO
NO HUMANO


DESIGN THINKING


INTERFACES
INTERAÇÕES


MICRO
INTERAÇÃO


DESIGN
SYSTEMS

DESIGN
SYSTEMS

CONJUNTO DE           
REGRAS PROJETADAS     
PARA GOVERNAR UM SISTEMA DE COMPONENTES

FASE DE EMPATIA, ESCUTA E ENTENDIMENTO
QUESTS #1 - #4

USUÁRIO

OBSERVAR
COMO UM
ANTROPÓLOGO

USER MAPPING

PENSAMENTO

AUDIÇÃO

VISÃO

MOTIVAÇÃO

CONTEXTO

COMPORTAMENTO

INTERFACE

EMPATIA

ALTERIDADE

+

=

ESCUTA
ALTRUÍSTA

AX

PROJETO COM BASE NO "AXISMO"

AX

PROJETO COM BASE NO "AXISMO"

SE VOCÊ ESTÁ DESENVOLVENDO ALGO COM BASE NO QUE "VOCÊ ACHA", ESTÁ NA HORA DE APROFUNDAR SEU CONHECIMENTO SOBRE O USUÁRIO

AX

PROJETO COM BASE NO "AXISMO"

SE VOCÊ ESTÁ DESENVOLVENDO ALGO COM BASE NO QUE "VOCÊ ACHA", ESTÁ NA HORA DE APROFUNDAR SEU CONHECIMENTO SOBRE O USUÁRIO

IDEAÇÃO, REPRESENTAÇÃO E PROTOTIPAÇÃO
QUESTS #5 - #9

MATERIALIDADE

JOSHUA PORTER

PRINCIPLES OF USER INTERFACE DESIGN

REPOSITÓRIO DE DESIGN SYSTEMS PÚBLICOS

REPOSITÓRIO DE DESIGN SYSTEMS PÚBLICOS

2017 © PROF. DR. GUILHERME RANOYA

Interfaces Mobile

By Guilherme Ranoya

Interfaces Mobile

APRESENTAÇÃO MOBILE DA DISCIPLINA DE DESIGN DE INTERFACES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (dDESIGN|UFPE) VERSÃO 3.0

  • 30
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